quarta-feira, agosto 17, 2005

O patinho feio

Pronto, nós merecemos... mais tarde ou mais cedo lá viria a chapada de luva branca. Sim temos andado desaparecidas, mas é por bons motivos, como devem calcular...

O que vale é que temos amigos que até dão uma mãozinha e nos alimentam o blog... desta vez foi o Mestre Zuco que gentilmente nos cedeu um devaneio... aqui fica para a posteridade... Obrigada Mestre

La Chica Manita

"Como estas gajas agora já não escrevem nada desde que cada uma arranjou o seu respectivo moçoilo, tinha de sobrar para mim para escrever aqui alguma coisa. Já não bastava fazer Inconfidências Femininas, agora também estou nas Crónicas das Manitas, eu, que nem tenho irmãos nem sou gaja!!

Sigamos para bingo!

A melhor descrição que posso fazer da Elsa é dizer que ela era igualzinha à Jessica Rabbit. Com as mesmas curvas estonteantes, ligeiramente ruiva, uns olhos atrevidos, uma boca de deixar qualquer um maluco e eu não era excepção.

Conhecia-a no liceu ai pelo 10º, 11º onde era a “boazona-que-namorava-com-um–gajo-podre-de-bom–mas-burro-como-uma-porta”. Como ela estava ocupada (e o gajo tinha 1,80m de peito!) ficamos só numa de amiguinhos, que eu na altura ainda não tinha todo este charme que me é característico.. Depois, mudei de liceu e apesar de termos trocado números de telefone e moradas (posso ser tímido, mas não sou parvo!) e de ter ido lanchar um par de vezes, para observar a caça e ver se já era boa altura de atacar, inevitavelmente acabamos por nos perder de vista.

Numa noite de Sto António, passados 5 ou 6 anos, estava eu furioso a voltar para casa depois de descobrir que um arraial afinal já não se ia realizar, quando oiço chamar o meu nome.

Era ela...

Estava ali á espera de uns amigos (que felizmente vinham em casal... ) e depois iam andar por ai, como se anda pelas noites de Stº António.

Metemos a conversa em dia enquanto nos dirigíamos para a faculdade de Psicologia, ali para os lados do Poço do Bispo.

Passamos a noite a dançar no terraço (Eu, o choninhas do liceu a dançar agarradinho com a boazona! UAU! I’m king of the world!) rimos como nunca rimos, descobrimo-nos como se fosse a primeira vez que falávamos (e se calhar era...) e acabamos a noite a ver o nascer do sol no Jardim de São Pedro de Alcantra. Ela sentada ao meu colo, os outros empoleirados no banco do jardim. Todos em silencio. A ver a luz purpura transformar-se em dourada, escorrendo pelos telhados.

Nessa noite, ou melhor manhã, não aconteceu nada. Se depois aconteceu ou não, é uma coisa que deixo á vossa imaginação.

O importante desse Stº António é que o patinho feio foi beijado pela princesa e transformou-se em cisne."

sexta-feira, julho 22, 2005

Um dia... foi assim.

O que vale é que há amiguinhas que nos safam e até têm umas coisas para publicar aqui... lol

Adorei este texto. Continua F. sempre que quiseres o nosso cantinho está aberto...

«…08:20 E eu aqui a olhar o fio de espuma fininho que banha a praia, o mar está ainda cinzento, mas avizinha-se um dia de muito calor. Às vezes preciso mesmo de fazer isto, sair nesta estação de comboio mesmo à beirinha do mar, onde parece que a cidade não fica nas nossas costas, onde as gaivotas procuram restos de peixe deixados pelos poucos pescadores que ainda habitam esta praia. Sento-me numa rocha, com a minha roupa de trabalho, sei que sou observada pelos pescadores que utilizam o paredão para lançar o seu isco e tentar a sua sorte. Devem pensar que sou maluquinha, mas não me ralo.

Vim aqui só para me lembrar mais uma vez do nosso último encontro.
No caminho para minha casa pousas a mão nas minhas pernas, sinto-a sobre as minhas calças de ganga, a subir em direcção ao interior das minhas pernas e penso que as pontas dos teus dedos devem ter um radar. Vamos em silêncio boa parte do caminho, melhor assim porque na minha cabeça poucas palavras parecem fazer sentido.

Quando paras o carro à porta da minha casa penso com uma certa vergonha que é sempre tão fácil deixares-me assim. Abro a porta sem saber bem como hei-de despedir-me, mas ligas novamente o carro e dizes que me vais levar à praia. Não te conheço tão “romântico”, são 04:00, e vamos novamente em silêncio, mas desta vez de mãos dadas. Viras o carro na direcção de um bar de praia conhecido, mas onde a esta hora apenas as mesas e as cadeiras nos fazem companhia. Não consigo imaginar qual é a tua ideia.

Paras o carro.
– Ficas? – Perguntas-me enquanto abres a porta. Saio com um salto e fico contente ao constatar que está uma quente noite de verão mesmo ali ao pé do mar.
– Já vieste aqui alguma vez? - Perguntas enquanto entramos no Forte.
– Não. Respondo eu.
– Bem, eu já vim aqui milhares de vezes, desde criança.
Dizes isso enquanto me abraças e ajudas a subir para cima das muralhas do forte. Sim, imagino que já deves ter trazido as tuas amigas aqui muitas vezes, mas sinceramente não me importo de ser mais uma.

Não imaginava acabar a noite a escalar o forte de saltos altos, com o mar ao lado, a lembrar-me que uma queda pode ser fatal. À esquerda podemos ver a praia onde 2 ou 3 pessoas passeiam, à direita os carros passam na marginal, com as suas luzes laranja, em cima a lua e atrás o mar. Esqueço tudo isso quando me sentas no teu colo e me abraças com força, como se toda a noite tivesses esperado por isso. Quando a tua boca toca a minha foi quase mais para me morder que para me beijar.

– Sabes o que é que vai acontecer agora? – Perguntas-me ao ouvido, mas eu já nem consigo pensar. Só sinto as tuas mãos nas minhas costas, a tua boca no meu ombro, mordes-me, beijas-me, e eu quero mais, muito mais. Contigo é sempre assim, sexual, animal, agressivo.

Paras e deixas-me confusa, mas foi apenas para me levares a um recanto mais escondido, mas as luzes que iluminam o forte parece que nos expõem mais ainda, penso nos carros que passam na estrada, nas pessoas na praia. Mas não consigo pedir para não abrires o botão das minhas calças, não consigo pedir para não tirares a camisa. Sinto-te suado, quente nas minhas mãos. O teu sabor tira-me do sério.

Encostas-me de encontro à muralha de costas para ti, sinto as calças caírem aos meus pés, e vejo os carros ao fundo como num filme.
- Pára. – Lembro-me do o dizer, mas o meu corpo cola-se ao teu, ansioso para te sentir. E quando te unes a mim, é como se nada mais existisse. Mesmo depois de te sentir perderes-te em mim, continuamos agarrados, como se depois do prazer viesse um maior ainda…

- Deixas-me louco, não te consigo largar… Dizes, e ainda sinto o teu pulsar fundir-se ao meu. O cheiro do mar confunde-se ao teu. A partir de hoje sei que nunca mais vai ser assim, nunca nada vai ser igual, ou melhor. Há momentos que não se repetem.

Apaixonei-me por ti, pela forma como me deixas brincar, para depois me provares que quem domina és tu. É como diz a música: “...Um dia o céu se uniu à terra num instante por nós dois …
No dia que fui mais feliz eu vi um avião se espelhar no seu olhar até sumir...”

segunda-feira, julho 18, 2005

Divagações

Bem, estas Crónicas andam paradas e paradinhas nós sabemos...

Talvez seja por força das circunstâncias ou por um cansaço de certas coisas, quem sabe.


Mas também não queremos que este blog fique completamente vetado ao abandono enquanto não tomarmos a decisão de o encerrar. Por isso uma "amiguinha" muito especial foi simpática o suficiente para nos enviar umas "Divagações".

Espero que tenham continuação porque fiquei curiosa e de água na boca pra ver o que mais esta menina é capaz...

"Estava cansada do trabalho e resolvi tomar um daqueles banhos relaxantes: uma banheira cheia de agua quente, uma musiquinha, umas velinhas perfumadas e eu nuinha. Este é um dos melhores momentos da semana, o merecido momento de descanso e descontracção. Como estava sozinha em casa foi só pousar as coisas e ir-me despindo. Depois como já vem sendo hábito, e como eu tanto gosto, andei pela casa nua a preparar o que vestir de seguida, apetecia-me assim algo que me fizesse sentir mesmo bem, algo sensual. Acabei por deixar em cima da cama duas hipóteses e fui desfrutar do meu banho.

A água estava no ponto certo e a musica começou a fazer-me lembrar aquele banho que tomamos juntos...não pude deixar de acariciar o meu corpo e fechar os olhos relembrando aquele momento. As minhas mãos iam acariciando os meus seios enquanto o meu corpo aquecia cada vez mais. Uma deixou-se ficar por ali e a outra teve de explorar tudo o que mostrava esse desejo.

Começou por acariciar a barriga e brincar com o umbigo, descendo depois para o interior das coxas. Senti o meu sexo a chamar e tive de lentamente ir acariciando o mesmo, sem entrar logo assim como que a provocar como eu gosto!

Não aguentei mais e deixei-me levar pelo desejo e fiz com que as minhas pulsações fossem aumentando cada vez mais até não poder mais e chegar ao cúmulo do meu prazer. Fiquei assim extasiada por uns momentos a ouvir mais um pouco de música.

Saí do banho e já muito mais relaxada passei aquele creme que tu tanto gostase vesti aquela camisa de dormir de seda azul forte que usei quando o teu corpo conheceu pela primeira vez o cheiro do meu.

Só com a camisa, mais nada, deitei-me no sofá à tua espera e adormeci...
(continua-maybe)"

Amiga, cá ficamos ansiosamente à espera...

sexta-feira, junho 24, 2005

Armas femininas

Ah pois é minhas amigas e meus amigos, o uso das famosas armas femininas está muito na moda.

Há muito que as mulheres tomaram consciência de que o simples facto de serem mulherer lhes confere um determinado poder. Qual a diferença de ontem para hoje? Apenas o facto de finalmente termos começado efectivamente a usá-las. Já não era sem tempo, não acham?

A sensualidade de uma mulher é de facto uma arma poderosissima. Será a arma poderosa ou são os "alvos" que são muito permeáveis a este tipo de "manipulação"?

Já uma amiga nossa hoje aflorou este tema e ficou-me na ideia. Realmente por experiência sei que por exemplo em vendas "it works like a bomb, baby"! LOL. Não sou é demasiado fã de utilizar estas armas assim por dá cá aquela palha.

Mas quem é que nunca fez o seu melhor sorriso ou evidenciou um pouco o decote fantástico da camisola para ser melhor atendida por exemplo numa repartição pública? Até o mais enfadonho dos senhores da repartição não resiste a um sorriso simpático e maroto q.b...

Resumindo e baralhando já dizia o velho ditado "O que é que uma mulher não pede chorando que um homem não faça sorrindo?"... Tudo depende sempre do jeitinho persuasivo de pedir. LOL.

Até as mulheres são premeáveis a estas armas às vezes... não é quer fico sempre amiga das barmaids? Vá-se lá saber porque? eheheheheheh

Beijocas e bota abaixo qur o fim de semana está ai e vai ser de arromba!!!!

quinta-feira, junho 16, 2005

Hora do post pedido

Queria fazer um interregno aqui nas Crónicas para publicar um post muito especial. Não, não vou aproveitar para falar da crise económica tailandesa nem tampouco do crescimento da indústria da parafernália sexual (sim, eu sei que ambos os assuntos habitam o vosso curioso imaginário). Vou aproveitar, isso sim, para publicar, um texto de uma amiga… uma amiga que encontrou no nosso humilde espaço, o santuário perfeito para um devaneio mais atrevido e que, embora prime pela qualidade erótica, foge um pouco ao tipo de escrita a que já nos habituou…

O nome não vos digo… vou lhe chamar Princesa do Nilo… não é difícil, pois não???? ;)

Um beijo grande para ti da Manita mais nova



Cala-te… quem fode sou eu

Passado um ano ao rever velhos amigos, reencontro-te, sempre com o teu ar despreocupado, exibicionista, galã, filho da puta. Excitaste-me ainda mais… Tinha que te foder, tinha que te remeter ao insignificante estatuto de objecto, servil, apenas existente para me dar prazer, para me fazeres vir, talvez, poderia esquecer-me das atitudes de merda que tiveste no passado…

Nessa noite, deixei-te a dançar com outras mulheres, deixei que te exibisses para mim, que me mostrasses a tua boa forma física, o teu jogo de ancas…. Nessa noite, fui apenas voyeur, deliciei-me a ver-te com outras, o teu corpo transbordava sensualidade, os teus poros emanavam sexo…não te deixei aproximar de mim…fui cabra, fria, calculista…nessa noite, pelos menos 8 homens tentaram a sorte comigo, tu viste, e, à tua frente, afastei-os… Nessa noite estava destinada a ir para casa sozinha e excitada…

És um filho da puta ainda mais frio e calculista que eu, a idade amargurou-te…demoraste 2 dias a enviar-me um e-mail…talvez tenhas tentado o meu antigo número… pois é, meu filho da puta, mudei de numero para não ser incomodada por espectros do passado…

Sempre adorei a tua ironia e sarcasmo…somos iguais…

Decidi que te deixaria na expectativa até amanha, e este celibato forçado deu cabo de mim. Passei a noite inquieta, a rebolar na cama, sem conseguir dormir… mal podia esperar até te ter dentro de mim. Reescrevi umas dezenas de vezes o e-mail para te mandar de volta…hesitei entre um discurso frio, indiferente, desinteressado, e um provocativo, explicito…acabei por escrever uma ironia qualquer relacionada com o destino, e disse-te que partiria dai a 2 semanas, e por tal, estava a combinar um jantar de despedida. Cronometrei, e demoraste 1hora e 15 mts a responder, continuas um cabrão…e deixas-me ainda mais maluca…Cedeste, passado 2 dias, convidas-me para um café…No local mais básico, nem poderia esperar outra coisa de ti…a pastelaria Luso Japonesa....para quem não gosta de rotinas, não varias muito…Conversa de circunstância, banalidades, fait divers ocuparam a tarde…nem poderia ser mais, tinha que te mostrar que agora, quem mandava era eu….

Sei que te deixei maluco, vi-o nas tuas calças de ganga claras…Ao mesmo tempo que me sentia inundada por um desejo carnal de te tocar, de me ajoelhar ali mesmo na pastelaria e trocar a minha queijada de chá verde pelo teu sexo duro…No entanto, foi só relembrar todos os galhardetes que trocamos, funcionou muito melhor que um duche frio…T sabes que me deixaste maluca, conheces as mulheres…mas não me conheces a mim…

Em várias alturas da conversa me apeteceu chamar-te em alto e bom som “FILHO DA PUTA, ÉS UM GRANDESSÍSSIMO FILHO DA PUTA”…. Mas não….apenas sentiste a frieza das minhas palavras...pois é…o tempo também me amargurou…

O jantar foi estrategicamente planeado para 3 dias antes da minha partida. Sabia que seria agora, que teria que ser hoje. Entre a entrada e o prato principal, mostrei-te subtilmente que te queria montar. Entre o prato principal e a sobremesa, desaparecemos do restaurante. O desejo de nos fodermos falou mais alto, que acabamos por dar uma ali, no parque de estacionamento, entre um fiat punto e um audi A4… Vi-me agarrada ao tejadilho do audi…enquanto gemia para não parares, para me fazeres vir mais vezes….

De volta ao restaurante, só desejava que o jantar acabasse, para passar à sobremesa. Habilidosamente me descartei de todos os convidados, alegando cansaço. No caminho até a minha casa, usei-te, e abusei….fiz-te vir duas vezes, com as mão e com a boca...pensas que o prazer estava a ser teu??? Cala-te cabrão…cala-te e conduz…

Nem esperaste que abrisse a porta, agarraste-me ali, à porta da minha casa, nas escadas…agarraste-me por trás, levantaste-me a saia, e lambuzaste …lambeste, mordeste…até me vir para a tua boca, depois, ainda encostada à porta, fodeste-me por trás, enrolaste-me os cabelos numa mão , e com outra, nas ancas, puxavas-me contra ti… pressionavas-me contra a porta, fodeste-me como o animal que és, até me vir novamente…

Continuamos nestes rituais de acasalamento animalesco pela casa toda..no corredor…a porta da sala. É assim que eu gosto, meu cabrão, gosto quando não me deixas descansar nem um minuto. Levei-te ao quarto, era em tons de vermelho sangue, lençóis de seda vermelhos… Faz-me vir, quero que me fodas até à exaustão, até que fiquemos os dois assados. Quando não conseguirmos mais, nem sequer respirar do cansaço, deixo-te dormir…ficas aqui, neste quarto, que vou para o meu. O meu é aquele branco, com as almofadas brancas sobre uma capa edredão branca, em algodão egípcio…

Não quero acordar contigo ao meu lado, seria demasiado intimo, demasiado próximo…demasiado sentimental..estás aqui para foder, e será isso que eu te vou ver fazer... se tiveres vontade de me foder durante a noite, podes ir lá..bates à porta, se não acordar, entra, pega-me ao colo e traz-me novamente para este quarto, depois, podes-me penetrar… tu sabes o quanto adoro estar com ele entalado. Como sei que vou acordar antes de ti, podes esperar que a primeira coisa que verás quando abrires os olhos, serei eu montada em ti, foda-se, é tesão do mijo, as não deixa de ser tesão, e eu adoro a tua pila tesa, adoro lambuzá-la, mordiscar….eu adoro, adoro porque me dá prazer, e tu adoras, que eu to faça.

O único elemento que poderá constituir como justificativo da nossa convivência é o prazer pelo sexo, é o prazer em tem prazer…tu sabes o que eu gosto, e fazes, porque dá-te mais prazer ver-me a vir, do que te vires sozinho, eu sei do que tu gostas, e dá-me tusa fazer-te vir com a boca… a tua expressão muda de um cabrão fodilhão para um menino desprotegido, a experimentar sentimentos ambíguos de calma, e euforia..e chego mesmo a olhar-te com ternura, ponderando a hipótese de vir a gostar de ti…felizmente para mim, essa merda dessa sensação dura o mesmo tempo que o meu orgasmo, e desaparece mais rapidamente...

Gosto de te ver suado, ofegante, a fumar o teu cigarro, crente que foi uma boa foda, gosto de te observar, quando te digo que quero mais, que o aquecimento foi engraçado, mas agora quero levar com ele a sério…ficas totalmente decrépito a olhar para mim…o suor escorre-te pela sobrancelha, passa pelo nariz e aterra no cigarro que susténs ao canto da boca…dos teus olhos azuis, vejo apenas a pupila negra totalmente dilatada.

De seguida, monto-me em cima de ti, agarro-te no pénis flácido, recolhido, pequeno e inerte, e pergunto-te que merda é esta… sussurro-te ao ouvido que nem picha tens para me foder… Adoro quando te humilho, dá-me ainda mais vontade que me fodas… Facilmente levo-te onde quero…mas hoje não, hoje chamaste-me puta e disseste que não estavas com paciência para os meus jogos… Senti a tua provocação tornar-se num capricho..agora, estava determinada, mais do que nunca, a usar-te, humilhar-te, e deixar-te na boca o amargo sabor da derrota…

quarta-feira, junho 15, 2005

Reedição

Pois meus amigos, estava eu a dar umas voltas aqui pelo bloguito, cheia de saudosismo dos nossos inicios e deparo-me com um texto que se impões ser reeditado.
A ChicaManita estava no seu melhor ao escrever isto e o que já me ri ao reler!
Com a possessão que já se faz sentir este Verão soube-me bem ler e pensar... "Sei o que fizeste o Verão passado".

Manita, à nossa!



Pernas para que vos quero…

Título, no mínimo, original para mais uma das minhas crónicas…

Veio-me assim à cabeça enquanto recordava o meu mais recente cambalacho. E pergunto-me: “Como é que eu me meto nestas merdas?”. Simples… VODKA. A bebida tem destas coisas! Liberta o espírito (e o corpo) e depois prega-nos partidas amnésicas!

Sempre me orgulhei de me lembrar com pormenor e com exímio detalhe todas as minhas bebedeiras. Mas ultimamente, sem saber muito bem porquê, tenho acordado em situações muito estranhas. E depois dá-se que a malta desata às tantas da matina, rua abaixo, a fugir de um par de jarras, desencantado não se sabe muito bem de onde, vindo sem se saber porquê, que nos entretantos nos tirou (literalmente) as medidas, de mão cheia, no meio da pista de uma discoteca pedante em Armação de Pêra.

Para cúmulo, houve direito a assistência, de plateia, (entusiasmadíssima como podem calcular) que deve ter acabado a noite a soro, quando percebeu que o “é a 3, é a 3” podia vir a ser um “é a 4, é a 4”. Mas eu avisei… “Ela é a única pessoa que me vai levar para a cama hoje!!!” E quando a malta não aceita… pernas para que vos quero!

Pior! Que aspecto tinham os ditos cujos é ainda hoje um mistério, e esperemos que assim permaneça no segredo dos Deuses para não termos de lembrar figuras tristes. É o que faz a puta da bebedeira!!! Mas vejam pelo lado positivo… ao menos não apanhei o susto da vida ao acordar de manhã nem tive (bem ao jeito de Coyote Ugly) de arrancar um braço só para não acordar a pessoa que estava ao meu lado!

Muito pelo contrário… a visão matinal foi deveras interessante (excitante para ser mais exacta), ainda com frescas reminiscências da noite que havia passado, um sabor acre-doce na boca, aquele cheiro persistente que teimava em não abandonar o corpo, a roupa da cama e todo o quarto. Ei-la que dormia serena, como eu exausta de cansaço, não só pela fuga (o resto adivinhem!) mas também por aquela lua cheia descomunal, frenética, que não deixou o nosso espírito descansar… Pois… eu assim que a vi aparecer no céu, debochada, sabia que ia fazer das suas. E fez… também eu!! Lol

Resumindo e concluindo… apesar de tudo foi uma noite deveras interessante (para mais tarde recordar, como os momentos Kodak!), mesmo com a ausência de certas pessoas que se deixam atrasar e depois perdem… hmmm… uma bela noite de lua cheia!! Eh eh eh

Deixando esta no ar me retiro e, aproveitando o mote de uma boa amiga e amiga “boa” (you know who you are), faço um brinde aos cambalachos de Verão (não com Bailey’s mas com a bela da vodka!).

Até à próxima e se for boa que seja em breve!!

terça-feira, junho 07, 2005

Dia P.U.T.A.!!

Hoje é um dia em que todos nós devemos estar contentes e felizes. Faz hoje precisamente oito anos que dois dos nossos P.U.T.A.s decidiram que queriam aturar-se pró resto da vida...

LM e Inconfidente MUITOS PARABÉNS!!!! (Oh LM vê lá se este ano estás lá pra festejar, hein?)

E porquê, perguntam vocês, este dia é tão importante para os P.U.T.A.s em geral??

Passo a explicar...

1º Eles são nossos amigos e estamos sempre felizes com a felicidade dos nossos amigos.

2º Se eles não se tivessem "enganxado" quem sabe se os P.U.T.A.s existiriam? Perdiamos dois impulsionadores e dinamizadores deste grupo! Que seria de nós sem as coreografias do LM e a dança do ventre da Inconfidente, hein?!

3º A gente ama estes dois do fundo do coração, não é mesmo?

Então vamos lá cantar todos a uma só voz... "Parabéns a você, nesta data querida, para os nossos P.U.T.A.s lindos, uma noite bem "fodida"!". Bom não é bem assim mas eu tinha que meter aqui o meu dedinho...ehehehe.

Em nome das Manitas um grande beijo e venham mais oito!

IVR
IVR